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25.2.06
 
Os media e os estereótipos A cobertura jornalística do caso do assassinato (sim, porque é de um assassinato que se trata por mais que se tente escamotear a verdade) de um homem no Porto por um grupo de adolescentes tem sido, de uma forma geral, vergonhosa. Para além da vida da vítima ter sido mais do que devassada, o protagonista da notícia é sempre um "toxicodependente" ou um "travesti". Ora, em boa verdade, que contribuem estes factos para aquilo é que realmente a notícia?! É um ser humano que foi (brutalmente) assassinado. Os rótulos (que têm sido sempre apresentados de forma depreciativa) começam a banalizar a violência. Quase a consenti-la. A vítima era um sem-abrigo que vivia nas ruas do Porto. Esta informação não chega? Mais do que saber quem era a vítima, é importante perceber como e porque é que este crime horrendo aconteceu. Por outro lado, se é importante perceber o contexto da vítima, talvez seja porque este é o móbil do crime. Se assim é, este crime ainda mais hediondo é. Se é que isso é possível.

 
A propósito da brutalidade, essa fronteira que nos separa dos animais. Ou não Vale a pena ler "São crianças, senhores", de Helena Matos no Público deste sábado.

 
Atrium muda de casa Agora está aqui.


24.2.06
 
Vejo com especial interesse o lobby do senhor Patrick Monteiro no nosso país. Organiza para as massas um pseudo debate sobre a energia atómica na Ordem dos Engenheiros, levando a que a discussão sobre a energia fuja da questão principal. Neste momento estamos a passar de uma economia baseada no petróleo (o barril a 100$ está a chegar) para uma economia baseada na produção de energia eléctrica. É muito simples, os carros vão precisar de energia eléctrica assim como as fábricas, essa energia pode ser produzida pelas centrais do senhor Patrick Monteiro ou pode ser produzida pelos óleos alimentares, centrais eólicas, etc.

 
A discussão sobre a energia atómica está ao rubro. Acho que é pertinente colocar duas questões:  - Para onde vão os resíduos radioactivos (Para a serra da Estrela, serra do Caramulo, perto da minha casa é que não)? - No final da vida da central (10 anos), constrói-se outra? Não seria mais barato investir nas energia renováveis (etanol, biodiesel,etc), obrigando os fabricantes de carros a apresentar motores compatíveis com este tipo de combustíveis (no Brasil isso já acontece)?


10.2.06
 
A quem serve... ... a escalada da violência por causa dos cartoons de Maomé? À grande maioria dos líderes árabes e ocidentais. E aos oportunistas do costume: os radicais fundamentalistas. Árabes e ocidentais.

 
A liberdade de expressão serve para isto [Adenda: a capa do Independente mudou. Ainda assim, parece-nos que este post se vai manter actual...] Para publicar coisas como estas, mesmo que numa perspectiva de "nós e eles", mesmo que vá mais além. É criticável (mas vindo do Indy...), mas a liberdade de expressão serve para isto mesmo. Para termos ideias diferentes e a oportunidade de as defender. De forma saudável. Por mais que nos irrite. Por mais que nos ofenda. Claro que os direitos e garantias de cada um não deixam de existir. É para isso que existem as leis. E os tribunais.

 
A espontaneidade Protestos violentos contra "cartoons" foram coordenados em Dezembro (via Público)


9.2.06
 
AEIOU chega [finalmente] à blogosfera Aeiou compra Weblog.com.pt


6.2.06
 
Liberdade de expressão SupportDenmark.com, o bom senso e a tradição da liberdade de expressão na Europa. (dica de Esboços do dia a dia)


5.2.06
 
Os cartoons da discórdia Já não há paciência para as opiniões politicamente correctas de que os cartoons sobre Maomé servem para incentivar o ódio aos muçulmanos. Não servem e ponto final. Na Dinamarca e por toda a Europa existe liberdade de expressão (ou pelo menos queremos todos acreditar que assim é). E foi nesse contexto que foram desenhados os cartoons e, mais tarde, publicados por toda a Europa. Quando começamos a entrar todos no fanatismo, corremos o risco de ter cidadãos por todo o mundo a incendiar embaixadas por tudo quanto é sítio. Basta que numa qualquer manifestação seja queimada uma bandeira qualquer... A isto chama-se fanatismo. É a lógica do "olho por olho, dente por dente". E quando mudamos a nossa forma de estar para supostamente não chocar com a cultura dos outros, a única coisa que estamos a fazer é mudar a nossa forma de estar para que os interesses das grandes potências ocidentais não sejam colocados em causa. Para além disso, as generalizações são perigosas. Demasiado perigosas.

 
Na net meetvernon.blogspot.com é o endereço do weblog de um condenado - Vernon Evans - no corredor da morte da cadeia de Baltimore, no estado de Maryland, nos Estados Unidos. O blog foi criado por uma activista da AI e é mantido por esta, já que o condenado não tem acesso à rede. Os comentários dos utilizadores são enviados a Evans pela activista através de correio tradicional. A execução de Evans está marcada para a próxima semana. (dica: DN)

 
A ler II Na Pública de hoje: - A redenção de Steve Jobs ou Steve Jobs O novo Big Brother do multimédia - Palestina pós-eleições

 
A ler A manchete do Público sobre o Google. Um excelente trabalho.


3.2.06
 
A Nova Entidade Reguladora da Comunicação Social em debate na Universidade do Minho O Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho vai receber profissionais dos media, membros das entidades reguladoras e académicos, no próximo dia 10 de Abril (BII, CP2, campus de Gualtar) para debater a nova Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) e, de uma forma mais geral, a acção política e reguladora na esfera mediática. A iniciativa inicia-se às 9.30 com a conferência inaugural de Augustos Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares com a tutela da Comunicação Social. Na discussão entrarão também Estrela Serrano, Alfredo Maia, Joaquim Fidalgo, Francisco Rui Cádima, Pedro Braumann, Elsa Costa e Silva e Manuela Espírito Santo, entre outros.

 

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